segunda-feira, 24 de março de 2014

PREVER O CRESCIMENTO ESTATURAL, FACILITA E DIRECIONA A TOMADA DE DECISÕES TERAPÊUTICAS EM DIVERSAS PATOLOGIAS LIGADAS AO CRESCIMENTO INFANTIL, JUVENIL, PRÉ–ADOLESCENTE, ADOLESCENTE ATÉ O FECHAMENTO DAS CARTILAGENS EPIFISÁRIAS, ESPAÇOS CARTILAGINOSOS QUE SÃO RESPONSÁVEIS PELO CRESCIMENTO NESSAS FASES; DR. JOÃO SANTOS CAIO JR ET DRA. HENRIQUETA V. CAIO; ENDOCRINOLOGIA–NEUROENDOCRINOLOGIA–FISIOLOGIA.

Apesar do padrão mais fácil de chegarmos ao Zenith de um tratamento importante que afetará humanos desde a fase intra-útero até a fase adulta ser o protocolo (atlas) de Greülich et Pyle, nunca devemos nos esquecer de outros segmentos de humanos em fase de crescimento, como os ossos longos de outras regiões do corpo, tomando cuidado com a superposição dos mesmos. Outros métodos como Oxford, índices de Eklof et Ringertz, os de Martins et Sakima, a análise de Hassel et Farman e laterais e a avaliação dentária em radiografia panorâmica pelo sofwere Scpan e pelo sistema telerradiografias BonExpert, são alguns que podem ser utilizados. O mais utilizado é o de Greülich et Pyle da Universidade de Stanford, que vem sendo atualizado desde a época da década de 50 e se convencionou que devido a assimetria das mãos o ideal se possível é radiografar a mão e punho esquerdo. Entretanto, devido a fatores externos, não é impossível, que mesmo não estando abertas as cartilagens da mão, outros ossos longos não estejam abertos. A análise com a interrupção do crescimento estatural coincide com o fechamento das cartilagens de conjunção. Ao nascerem, apenas as metáfises dos ossos longos estão presentes. Os ossos longos são aqueles que crescem principalmente por alongamento em uma epífise, na extremidade do osso em crescimento. São ossos longos os fêmures, as tíbias e as fíbulas dos membros inferiores; os úmeros, rádios e ulnas dos membros superiores (braço e antebraço) e as falanges dos dedos. Os ossos longos das pernas compreendem quase metade da altura adulta. Os outros componentes esqueléticos primários da altura são a espinha dorsal e o crânio. À medida que uma criança vai crescendo, as epífises se tornam calcificadas e aparecem nos raios-X, assim como os ossos do carpo e do tarso das mãos e dos pés, separados na radiografia por uma camada invisível de cartilagem onde boa parte do crescimento está ocorrendo. 
Conforme os níveis de esteróides sexuais crescem durante a puberdade, a maturação do osso acelera, e o osso começa a se aproximar do tamanho e da forma que terá na idade adulta. As porções restantes de cartilagem das epífises tornam-se mais finas. Quando as zonas cartilaginosas desaparecem, se diz que as epífises estão "fechadas", pois não haverá mais crescimento dos ossos. Uma pequena porção de crescimento da espinha dorsal conclui o crescimento de um adolescente. Portanto, diversos hormônios e substâncias bioquímicas estão atrelados ao crescimento estatural infantil, juvenil, adolescente, incluído os hormônios sexuais que desencadearam a puberdade, mas a mesma terá o seu princípio precocemente pelos 7,1/2 anos a 8 anos com a produção dos hormônios sexuais, e seu ápice podendo variar de gênero, pois as meninas produzem a princípio quase o dobro de hormônio de crescimento no início de forma linear em sua liberação, já os meninos liberam em forma de pulsos, sendo 50 % inferior aos das meninas, mas a liberação dos meninos se prolonga por um período mais extenso que os das meninas, fazendo com que sua estatura seja maior que as meninas. Temos que levar em conta os fatores parentais genéticos, mas também os fatores ambientais, como nutrição, doenças, exercícios, e aspectos biopsicossociais. Os exames devem ser efetuados próximo à época da consulta médica com endocrinologista.


EVALUATION; BONE GROWTH FOR CHILD AND YOUTH: DR.JOÃO SANTOS CAIO JR. ET DRA. HENRIQUETA V. CAIO.

PREDICT THE GROWTH HEIGHT, FACILITATE AND DIRECTS A THERAPEUTIC DECISION MAKING IN SEVERAL MEDICAL CONDITIONS RELATED TO GROWTH FOR CHILD, JUVENILE, PRE-TEENS, TEENS TO THE LOCK EPIPHYSEAL CARTILAGE, CARTILAGINOUS SPACES THAT ARE RESPONSIBLE FOR SUCH GROWTH STAGE; DR. JOÃO SANTOS CAIO JR. ET DRA. HENRIQUETA V. CAIO; ENDOCRINOLOGY-NEUROENDOCRINOLOGY-PHYSIOLOGY.

Although the pattern easier to reach the Zenith of an important treatment that affect humans since intra-uterine stage until adulthood is the protocol (atlas) Greülich Pyle et, we must never forget in other segments of human growth phase such as the long bones of other regions of the body, taking care to overlap them. 

Other methods such as Oxford, indexes Eklof et Ringertz the Martins et Sakima, analysis of Hassel and Farman et sides and dental panoramic radiography for evaluation software Scpan BonExpert System and the radiographs are some that can be used. The most used is the Greülich Pyle et Stanford University, which has been updated since the time of the 50’s and is conventionally due to the asymmetry of the hands if possible is the ideal X-raying the left hand and wrist. However due to external factors, it is not impossible that even if unopened cartilage hand, other long bones are not open. The analysis with the interruption of the growth spurt coincides with the closing of the cartilages of conjunction. At birth, only the metaphyses of long bones are present. The long bones are primarily those that grow elongation in an epiphysis, the end of the bone growth. Bones are long femurs, tibias and fibulas of the lower limbs, the humerus, radius and ulnar upper limb (arm and forearm) and the phalanges of the fingers. The long bones of the legs comprise nearly half of adult height. The other primary skeletal components of height are the backbone and skull. As a child grows, the epiphyses become calcified and appear on X-rays, as well as carpal and tarsal bones of the hands and feet, separate the radiograph by an invisible layer of cartilage where most of the growth is occurring. As the levels of sex steroids grow during puberty accelerates the maturation of bone, and the bone begins to approach the size and shape that will take into adulthood. The remaining portions of epiphyseal cartilage become thinner. When the cartilaginous zones disappear, it says that the epiphyses are "closed" because there will be more growth of bones. A small portion of the growing backbone completes the growth of a teenager. 
Therefore, various hormones and biochemical substances are linked to the Child and Youth height growth, teenager, including the sex hormones that triggered puberty, but it will have its beginning by early 7.1/2 years to 8 years with the production of sex hormones, and its height may vary from genre because the girls at first produce almost twice the growth hormone in early linearly on its release, as the boys release in the form of pulses, 50% lower than the girls, but release boys extends for a longer period than girls, making his height is larger than girls. We must take into account the parental genetic factors, but also environmental factors such as nutrition, disease, exercise, and biopsychosocial aspects. The tests shall be conducted next medical appointment with an endocrinologist.



Dr. João Santos Caio Jr.

Endocrinologia – Neuroendocrinologista

CRM 20611


Dra. Henriqueta V. Caio
Endocrinologista – Medicina Interna
CRM 28930

Como saber mais:
1. Crianças com baixa estatura e deficiência do hormônio do crescimento–hGH que é produzido na glândula pituitária, que está localizada na base do cérebro...
http://hormoniocrescimentoadultos.blogspot.com.

2. A díade hipotálamo-hipófise é dos componentes mais complexos do sistema endócrino e neuroendócrino; é fundamental na coordenação de toda a resposta endócrina, estabelecendo relações de controle mútuo sobre a maioria das glândulas endócrinas, e controlando, por si só, muitos aspectos da homeostase corporal...
http://longevidadefutura.blogspot.com

3. Diferentes hormônios feitos no cérebro informam a glândula pituitária quanto o hormônio do crescimento GH é necessário...
http://imcobesidade.blogspot.com

AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO
DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.


Referências Bibliográficas:
Caio Jr, João Santos, Dr.; Endocrinologista, Neuroendocrinologista, Caio, H. V., Dra. Endocrinologista, Medicina Interna – Van Der Häägen Brazil, São Paulo, Brasil; Arden NK, Spector TD. Influências genéticas na força muscular, magra massa corporal e densidade mineral óssea: um estudo com gêmeos. J Bone Miner Res1997; 12:2076-81; Biewener AA, Betram JEA. Mecânica de carga e crescimento ósseo em Vivo. In: Salão BK, editor. Bone. Vol. 7: crescimento de osso-B. Boca Raton: CRC Press, 1993. p. 1-36; McGuigan FEA, Murray L, Gallagher A, Davey-Smith G, Neville; CE, Van't Hof R, Boreham C, Ralston SH. Genética e ambiental-determinantes Tal de pico de massa óssea em homens e mulheres jovens. J Bone Miner Res 2002; 17:1273-1279; Slemenda CW, Reister TK, Hui SL, Miller JZ, Christian JC, Johnston CC. Influências sobre a mineralização óssea em crianças e adolescentes: evidência de efeitos diferentes de maturação sexual e atividade física; J Pediatr 1994; 125:201-207; E Schoenau, Neu CM, Beck B, Manz F, mineral óssea Rauch F. conteúdo por músculo área transversal como um índice do funcional unidade músculo-osso. J Boné Miner Res 2002; 17:1095-1101; F Rauch, Neu C, Manz F, Schoenau E. O desenvolvimento de metaphyseal Cortex implicações para fraturas do rádio distal durante o crescimento.J Boné Miner Res 2001; 16:1547-1555; Skaggs DL, Loro ML, Pitukcheewanont P, Tolo V, Gilsanz V. Invincado peso corporal diminuído e dimensões transversais radiais em meninas com fraturas no antebraço. J Boné Miner Res 2001; 16:1337 – 1342; Baixo S, Delmas PD, Pearce G, Hendrich E, Tabensky A, Seeman E. O ritmo de crescimento diferentes no tamanho dos ossos, massa, e a densidade é específicas da região. J Clin Invest 1999; 104:795-804; Ott SM. Realização de pico de massa óssea. J Clin Endocrinol Metab 1990; 71:1082 A-1082C; Moro M, Van der Meulin MCH, Kiratli BJ, Marcus R, Bachrach LK, Carter DR. A massa corporal é o principal determinante do osso midfemoral aquisição durante o crescimento do adolescente. Osso 1996; 19:519-526; E Schoenau, Neu CM, Mokov E, Wassmer G, Manz F. Influência da puberdade em área muscular e área de osso cortical do antebraço em meninos e meninas. J Clin Endocrinol Metab 2000; 85:1095-1098.


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